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	<title>Diagonal Design Blog &#124; d.blog &#187; História Universal da Infâmia</title>
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	<description>a diagonal diz coisas</description>
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		<title>The Joy of Books</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 09:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inês Ferraz</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[stop-motion]]></category>

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		<description><![CDATA[Um maravilhoso stop-motion numa livraria, onde os livros ganham vida à noite. by Sean Ohlenkamp source: The AWL]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um maravilhoso stop-motion numa livraria, onde os livros ganham vida à noite.</p>
<p><a href="http://diagonaldesign.com/blog/the-joy-of-books/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>by <a title="Sean Ohlenkamp" href="http://www.ohkamp.com/" target="_blank">Sean Ohlenkamp</a></p>
<p><a title="The AWL" href="http://www.theawl.com/2012/01/in-the-night-bookstore" target="_blank">source: The AWL</a></p>
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		<title>Natália de Andrade, a diva portuguêsa que não o era&#8230;</title>
		<link>http://diagonaldesign.com/blog/natalia-de-andrade-a-nossa-diva-que-nao-o-era/</link>
		<comments>http://diagonaldesign.com/blog/natalia-de-andrade-a-nossa-diva-que-nao-o-era/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 09:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Lança</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>

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		<description><![CDATA[Natália de Andrade viveu entre 1910 e 1987, e pelo meio, cantou e editou discos, pensando que cantava bem. É uma primeira frase algo cruel, mas é o que se depreende pelo seu diário, aliado às suas gravações, na qual teve o seu momento apoteotico foi uma ida ao Passeio dos Alegres do Júlio Isidro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Natália de Andrade viveu entre 1910 e 1987, e pelo meio, cantou e editou discos, pensando que cantava bem. É uma primeira frase algo cruel, mas é o que se depreende pelo seu diário, aliado às suas gravações, na qual teve o seu momento apoteotico foi uma ida ao Passeio dos Alegres do Júlio Isidro (que o que consta, foi acima de tudo uma acto de caridade). Alias, esse video esclarecerá o que me refiro em relação à sua, digamos, maneira peculiar de cantar &#8211; quem sabe não simplesmente não nasceu fora do tempo. Também pode ser indirectamente reconhecida do grande público através das intepretações das suas canções por parte de Herman José. E mais recentemente parece representada num CD ititulado &#8220;The Muse Surmounted&#8221;. que se trata de uma compilação de várias gravações de &#8220;cantoras&#8221; iludídas &#8211; sendo fascinante procurar na internet as suas historias e gravações, pois há casos de terem cantado no Carnaggie Hall (por, essencialmente, fascinio voyeurista) e casos de terem espaço televisivo porque tinham (muito) dinheiro para pagar esse slot de TV (porque seria obviamente impossível de outra maneira. Voltando à Natália, fica aqui também um link de uma excelente bio-reportagem dela no Público ( http://www.publico.pt/Sociedade/natalia-de-andrade-a-cantora-iludida-que-pensava-ser-diva_1444383?all=1 ) e o video da sua actuação no Passeio dos Alegres para formular a sua própria interpretação.</p>
<p><a href="http://diagonaldesign.com/blog/natalia-de-andrade-a-nossa-diva-que-nao-o-era/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
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		<title>Alma Mahler ou a vingança de pandora.</title>
		<link>http://diagonaldesign.com/blog/1042/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Paixão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bio]]></category>
		<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>
		<category><![CDATA[Vento Sónico]]></category>
		<category><![CDATA[Alma Mahler]]></category>

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		<description><![CDATA[Bela, criativa e apaixonada, Alma Schindler (1879-1964) seria a mulher perfeita não fora a tendência suicida para se perder de amores por homens do seu nível intelectual. Logo aos 22 anos cometeu o erro da sua vida, ao casar com o puritano Gustav Mahler, que lhe disse isto assim: “Doravante terás uma única vocação: fazer-me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1044" title="alma2" src="http://www.diagonaldesign.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/alma2.jpg" alt="alma2" width="397" height="478" /></p>
<p>Bela, criativa e apaixonada, Alma Schindler (1879-1964) seria a mulher perfeita não fora a tendência suicida para se perder de amores por homens do seu nível intelectual. Logo aos 22 anos cometeu o erro da sua vida, ao casar com o puritano Gustav Mahler, que lhe disse isto assim: “Doravante terás uma única vocação: fazer-me feliz”. Com esta máxima lapidar, pretendia o ajuízado maestro impedir que a sua mulher se transformasse numa rival, e desatasse para ali a escrever música da boa &#8211; humilhação suprema para o director da Ópera de Viena. Alma, claro está, nunca deixou de compor, e tudo o que o fascismo colérico do marido conseguiu obter foi a infedilidade de sua mulher (o arquitecto Gropius &#8211; um dos fundadores da “Bauhaus” &#8211; não se importava nada com as partituras da sua bela amante), e uma separação dolorosa que o tornou cliente habitual de Sigmund Freud. Com a morte do marido, em 1911, Alma casa com Walter Gropius, para dele se separar logo de seguida e de pronto fazer vida comum com o pintor Oskar Kokoschka. Ainda assim, a bela musa não concluía o seu espólio de corações destroçados. Rompe com Oskar e casa com o poeta e novelista Franz Werfel. Entrementes, envolve-se em amizades mais ou menos coloridas com outros génios do século XX como Gustave Klimt, Bruno Walther ou Arnold Schönberg. É claro que no meio de todos estes romances com todos estes monstros da cultura europeia, ficou difícil deixar obra, mas Alma vingou-se afinal do machismo medieval destes homens que nunca reconheceram nela mais do que a ninfa danada das suas paixões, e podemos hoje considerar que sem a sua tentacular presença algo ficaria a faltar à história da música, da arquitectura, da psicologia e das artes plásticas do Século XX.</p>
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		<title>Que és tu, macaquinho?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 16:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Paixão</dc:creator>
				<category><![CDATA[É de génio]]></category>
		<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>
		<category><![CDATA[condição humana]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/a15KgyXBX24&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/a15KgyXBX24&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>5.000 anos de religião em 90 segundos.</title>
		<link>http://diagonaldesign.com/blog/5000-anos-de-religiao-em-90-segundos/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 15:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Paixão</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis um documento muito bem feitinho que serve para observar que as movimentações da fé humana acompanham muito de perto a dinâmica das civilizações. Onde se demonstra que a Religião é a irmã siamesa da Política.  http://mapsofwar.com/images/Religion.swf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis um documento muito bem feitinho que serve para observar que as movimentações da fé humana acompanham muito de perto a dinâmica das civilizações. Onde se demonstra que a Religião é a irmã siamesa da Política. </p>
<p><a href="http://mapsofwar.com/images/Religion.swf">http://mapsofwar.com/images/Religion.swf</a></p>
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		<title>A História de Portugal contada às criancinhas.</title>
		<link>http://diagonaldesign.com/blog/a-historia-de-portugal-contada-as-criancinhas/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 00:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Paixão</dc:creator>
				<category><![CDATA[É de génio]]></category>
		<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>
		<category><![CDATA[História de Portugal]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RD2Z_1NLjB0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/RD2Z_1NLjB0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Um General Sem Medos.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 17:12:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Paixão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bio]]></category>
		<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardim Freire de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Invasões Napoleónicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na imagem está Bernardim Freire de Andrade (1759/1809), um homem que pagou com a vida o caríssimo preço de amar a sua pátria. Vale a pena contar a história. Quando em 1807, a mandos de Bonaparte, Junot entra em Portugal arrastando um exército andrajoso, exausto e famélico, não encontra resistência. O Príncipe Regente e sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.diagonaldesign.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/bernardim21.jpg" alt="bernardim21" title="bernardim21" width="397" height="516" class="alignnone size-full wp-image-721" /></p>
<p>Na imagem está Bernardim Freire de Andrade (1759/1809), um homem que pagou com a vida o caríssimo preço de amar a sua pátria. Vale a pena contar a história.<br />
Quando em 1807, a mandos de Bonaparte, Junot entra em Portugal arrastando um exército andrajoso, exausto e famélico, não encontra resistência. O Príncipe Regente e sua corte comprida de lacaios e curta de coragem já tinha entretanto dado ares de vila diogo para o Brasil. Na mais negra das suas páginas, o exército português, superior em número e equipamento, recusa o combate e abre alas para que os franceses entrem em Lisboa como quem chega a uma simpática estalagem sobre o Tejo.<br />
Dados os tristes factos, são os ingleses que reagem, enviando em 1808 &#8211; sob o comando do General Wellesley &#8211; um corpo expedicionário de 13.00 homens para salvar esta pátria alheia. É aqui que surge o General Bernardim. Inconformado com a deplorável situação, agrupa 7.600 soldados e junta-se aos Ingleses acabados de desembarcar no estuário do Mondego. Recusando incorporar os seus soldados nas fileiras britânicas, acaba por desempenhar um papel estratégico para o bom sucesso da iniciativa militar: duas ou três escaramuças depois, a força anglo-lusa coloca os franceses em debandada na Batalha do Vimeiro, a 21 de Agosto, concluíndo-se assim a primeira invasão napoleónica.<br />
Acontece que os termos da rendição imposta a Junot eram de uma benevolência tal que, antes de abandonar o país, a sua deplorável soldadesca teve a oportunidade de saquear todas as localidades incluídas no trajecto para Espanha. Os Ingleses, por seu lado, decidem permanecer numa semi-ocupação do território nacional, despreocupadamente acampados em algumas das mais importantes praças-fortes do país. Indignado com os termos da rendição francesa e o abuso muito pouco cavalheiresco dos ingleses, o General protesta, amotina-se e morde os calcanhares a toda a gente até que a 17 de Março de 1809, os Ingleses &#8211; já fartinhos de tanto incómodo &#8211; o atraem a Braga e o entregam desprotegido à voracidade da turba popular, previamente &#8220;aquecida&#8221; e manipulada.<br />
Patriota dos cinquenta e tal mil costados, Bernardim Freire de Andrade, herói da nação, morre linchado pelo seu próprio povo.<br />
Haverá moral para uma história destas?</p>
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		<title>A arte de ir ao teatro (manual de normas)</title>
		<link>http://diagonaldesign.com/blog/a-arte-de-ir-ao-teatro-manual-de-normas/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 04:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Paixão</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>
		<category><![CDATA[A arte de ir ao teatro]]></category>
		<category><![CDATA[o Cartaginês]]></category>
		<category><![CDATA[Plauto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Que o arrumador não passe na frente dos outros nem vá levar ao lugar, enquanto um actor estiver em cena. Os que estiveram em casa que tempos a dormir, sem nada fazer, têm que aguentar agora de pé com coragem, ou de cortar ao sono. Os escravos que não ocupem os lugares, para que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Que o arrumador não passe na frente dos outros<br />
nem vá levar ao lugar, enquanto um actor estiver em cena.<br />
Os que estiveram em casa que tempos a dormir, sem nada fazer,<br />
têm que aguentar agora de pé com coragem, ou de cortar ao sono.<br />
Os escravos que não ocupem os lugares, para que os tenha quem é livre,<br />
Ou então que paguem o seu resgate.<br />
As amas que tratem das criancinhas pequeninas<br />
em casa, e não as tragam para o espectáculo.<br />
Assim nem elas têm sede, nem as criancinhas morrem de fome,<br />
nem vêm para aqui berrar como se fossem cabritos.<br />
As matronas que vejam em silêncio, que riam em silêncio,<br />
que moderem o retinir da sua voz esganiçada,<br />
que levem para casa as suas conversas,<br />
para não maçarem os seus maridos aqui e em casa.&#8221; </em></p>
<p>Plauto, o Cartaginês<br />
(254-184 a.C.) </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Átila, o Flagelo de Deus.</title>
		<link>http://diagonaldesign.com/blog/atila-o-flagelo-de-deus/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 17:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Paixão</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Universal da Infâmia]]></category>

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		<description><![CDATA[O encontro de Leão I e Átila, de Rafael Fresco, 1514, Stanza della Segnatura, Palazzi Pontifici, Vaticano. 451 D. C. &#8211; Depois de infligir graves derrotas e submeter a tributo os imperadores de Toma e de Constantinopla, Átila e o seu terrível exército de 50.000 hunos atravessa a Germânia como se nada fosse e devasta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #666666; text-decoration: underline;"><a href="http://www.diagonaldesign.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/the-meeting-between-leo-the-great-and-attila-large1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-216" title="the-meeting-between-leo-the-great-and-attila-large1" src="http://www.diagonaldesign.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/the-meeting-between-leo-the-great-and-attila-large1-300x182.jpg" alt="the-meeting-between-leo-the-great-and-attila-large1" width="300" height="182" /></a></span></p>
<h5><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #ff9900;">O encontro de Leão I e Átila, de Rafael<br />
 <span style="font-weight: normal;">Fresco, 1514, Stanza della Segnatura, Palazzi Pontifici, Vaticano.</span></span></span></strong></h5>
<p>451 D. C. &#8211; Depois de infligir graves derrotas e submeter a tributo os imperadores de Toma e de Constantinopla, Átila e o seu terrível exército de 50.000 hunos atravessa a Germânia como se nada fosse e devasta a Gália. O império romano está entre a espada e a agonia e Valentiniano &#8211; cauteloso e sábio césar &#8211; convoca Aécio, o seu melhor general, para travar um dos combates militares mais dramáticos e intensos da antiguidade e salvar o mundo civilizado.</p>
<p>Aéssio passara anos nos balcãs a treinar estes mesmos hunos e teve frequentemente em Átila um poderoso aliado contra as hordas visigodas. Foi aliás pelas inúmeras batalhas que travou pelo império, que Átila pensava ser o único rei do seu tempo com legitimidade para herdar &#8211; ou roubar &#8211; a púrpura romana.   Genial estratega na melhor tradição dos grandes líderes militares romanos, Aéssio percebe rapidamente que as suas legiões se encontram em desvantagem anímica e numérica e recorre de imediato à implementação de uma estratégia diplomática que envergonharia Francis Dracon, convencendo os Visigodos de Teodoro e os Francos de Meroveu (sim, o patriarca da dinastia merovíngia de que tanto se escreveu a propósito do Código Da Vinci) a assumirem uma aliança com o santo império, enormidade trágica que haviam de pagar em sangue abundante nos campos Cataláunicos.</p>
<p>Numa monumental orgia de violência e crueldade inigualável &#8211; 60.000 mortos em menos de 48 horas &#8211; decide-se o futuro do Ocidente. Apesar da mortandade assolar os dois lados da contenda, Aéssio acaba por dominar a situação, mas de forma a restabelecer o frágil equilíbrio das fronteiras do norte, permite conscientemente a fuga de Átila e do que restava do seu exército.</p>
<p>Como vigoroso bárbaro e obstinado conquistador que era, Átila recupera num ápice e dirige-se para Itália logo no ano seguinte. Arrasa Aquileia, Milão e Pavia e detém-se às portas de Roma para reorganizar as tropas: o trono dos césares está finalmente ao seu alcance. É então que acontece um dos mais inconcebíveis eventos da história da diplomacia. O Papa Leão, o Grande, dirige-se ao aquartelamento do Rei Huno e consegue o prodigioso feito de convencer Átila a abandonar as suas intenções de conquista e usurpação e a retirar-se &#8211; como um magnífico cordeiro no melhor rebanho de Cristo &#8211; da Península Itálica.</p>
<p>Considerando que o Vaticano não possuia à altura algo que se assemelhasse a um exército, que este Papa tinha anteriormente atribuído a Átila a elogiosa alcunha de “Flagelo de Deus” e que nada impedia o Rei Huno de muito simplesmente o mandar cozinhar para banquete da soldadesca, a circunstância ganha estatuto lendário. Escreve-se hoje que Átila tinha motivações bem mais prosaicas para fugir de Roma. Por exemplo: o medo de uma epidemia. Seja como for, o Huno retira-se para Panónia, nas margens do Danúbio, onde acaba por morrer, vitimado pela ressaca de uma bebedeira épica (facto). Com o seu desaparecimento, o reino dos Hunos desintegra-se, definitivamente.</p>
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