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Como Evoluiu o Packaging Design

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Fazer compras é um processo tão enraizado na nossa cultura que às vezes nem pensamos no que nos chama a atenção para um produto desconhecido que encontramos na prateleira, ou para preferirmos uma marca a outra quando o produto final não tem diferenças significativas quer na qualidade, quer no preço. A sabedoria popular é chamada sabedoria por alguma razão, e quando se diz que “os olhos também comem”, esta é efectivamente uma das verdades universais quando falamos de vendas e do modo como a imagem e a apresentação dos produtos influencia a decisão do consumidor.

Recuamos mais de cem anos para compreender as exigências e a evolução do packaging design. O período entre a Revolução Industrial e o fim da Primeira Guerra Mundial viu a necessidade de criar maior número de embalagens a preços mais competitivos para fazer face à procura. Introduziram-se novos formatos, como as latas e as embalagens em celofane, que permitiam mais produção, melhores custos e garantiam maior tempo de vida aos produtos. Mas foi o final da Segunda Guerra Mundial e o boom dos supermercados na década seguinte que mudou a abordagem logística do comércio, exigindo que a produção fosse facilmente escalável, e o packaging foi-se aproximando dos formatos que conhecemos hoje. Durante décadas, as embalagens serviam propósitos quase exclusivamente informativos, quer para o consumidor, quer para o próprio comerciante, já que a informação nas embalagens era muitas vezes a única forma de distinguir os produtos.

À medida que a tecnologia foi evoluindo, os processos de venda ao grande público foram facilitados. Com isto, as marcas perceberam que podiam usar o espaço das embalagens para mostrarem os seus valores e criarem mensagens que fizessem eco junto dos seus consumidores, passando a usar a própria embalagem como emotional selling point. Todos conhecemos marcas cujo design da embalagem é tão forte que se tornou parte da identidade da marca. O exemplo mais flagrante é o da Coca-Cola, cuja garrafa de vidro se mantém praticamente inalterada desde 1915, e o seu design é tão reconhecível que o identificamos mesmo que peguemos na garrafa de olhos fechados – parte do briefing passava exactamente por esta característica.

cocacola

Com a evolução dos sistemas de compra e dos hábitos de consumo, as embalagens foram também elas evoluindo, não só do ponto de vista da embalagem exterior que protege uma outra (como, por exemplo, as embalagens de cereais), como do ponto de vista do formato e da sua usabilidade. A evolução das embalagens de cartão para líquidos tornaram estas embalagens mais ecológicas e funcionais, e o impacto nas marcas que adoptaram a tecnologia da Tetra Pak foi extremamente positivo. Não é por acaso que a incontornável embalagem criada pela empresa sueca é considerada a maior inovação nos sistemas de embalagem de comida do século XX.

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O crescimento exponencial da tecnologia, a introdução de novos sistemas de transacção e a criação de inúmeros canais onde as marcas podem comunicar activamente e em tempo real com os seus consumidores, trouxe também novas oportunidades para o design de produto e a respectiva embalagem. Estas oportunidades implicaram também que a subida da fasquia no que diz respeito ao packaging design. A consciência ambiental das marcas tem sido uma das abordagens mais fortes, com muitas marcas a recorrerem a materiais reciclados ou amigos do ambiente para as suas embalagens. Outras indústrias usam as suas embalagens como extensão da sua identidade – a indústria cosmética explora ao máximo esta abordagem.

As alterações climáticas vão continuar a fazer a diferença no futuro, assim como o aumento da população mundial, o que coloca desafios ainda maiores na aplicação de recursos e escolha de materiais. É de esperar que o packaging continue a evoluir como até agora, e que esta evolução reflicta a necessidade de maior funcionalidade e que as mudanças introduzidas estejam mais do que nunca em linha com as reais necessidades dos consumidores.

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O Facebook vai mudar – o que esperar?

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Hoje acordámos com uma publicação do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, uma mensagem que deixou muitos marketers e empresários vagamente ansiosos. O feed de notícias vai mudar e o algoritmo do Facebook vai privilegiar o conteúdo partilhado por utilizadores e grupos em detrimento do conteúdo de marcas, empresas e media.

O espanto parece exagerado – na realidade, já em Dezembro o Facebook publicara um artigo a advertir para as mudanças que iam acontecer em relação ao alcance orgânico de publicações que recorriam à técnica de engagement bait. Esta é uma abordagem que foi amplamente utilizada no passado, com conteúdos a apelar a uma interacção forçada com as publicações, que passam por pedir comentários específico, marcar amigos ou escolher determinadas reacções em função de opções sugeridas.

Esta estratégia provou-se útil durante muito tempo para muitas marcas e empresas no Facebook, já que o número de interacções (mesmo que pouco significativas em termos de conteúdo) era combustível para o motor do alcance orgânico.

Se em Dezembro o Facebook fez saber que ia penalizar o alcance orgânico para este tipo de publicações, a mensagem de hoje vai além disso. Mark Zuckerberg defende que o Facebook é um espaço para conversas importantes, que pode tornar melhor a vida dos seus utilizadores. Para dar mais espaço a essas conversas, Zuckerberg entende que é preciso limpar um certo ruído de fundo. Este ruído é nada mais que o conteúdo das marcas, empresas e órgãos de comunicação que operam na plataforma. O espaço deixado livre pelas publicações deste tipo de páginas vai ser ocupado por publicações dos nossos amigos e de grupos dos quais façamos parte.

O que podemos esperar que realmente mude? O alcance orgânico é para muitas páginas um oásis no deserto, já não é novidade que as taxas diminuem em bases regulares, mas devemos esperar um impacto maior nas próximas semanas.

O verdadeiro desafio está colocado aos produtores de conteúdos, já que esta mudança trará consigo a necessidade de estratégias mais criativas e arrojadas para termos um impacto efectivo e positivo nos utilizadores. As fontes de informação vão ter que ser cada vez mais fidedignas (as eleições Norte-Americanas de 2016 serão para sempre uma pedra no sapato do Facebook), e as conversas geradas pelas marcas e outras empresas terão que ser muito mais cuidadas e focadas em passar informação valiosa nos seus conteúdos para ganharem mais exposição e poderem alcançar mais utilizadores através de partilhas e interacções.

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Postal de Natal: Físico ou Digital?

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Enquanto comemos os doces do nosso calendário de advento e cismamos na azáfama que é a época de Natal, somos assolados pela incontornável questão: como vai ser o nosso postal de Natal para 2017?

Esta questão é tão antiga como a própria tradição de oferecer algo aos que nos são mais próximos e estende-se à esfera empresarial. A realidade é que ainda não fomos substituídos por máquinas e seja do frio ou do espírito da época, gostamos sempre de ser surpreendidos por algo que nos aconchegue e motive.

A internet e as tecnologias desenvolvidas nos últimos 20 anos estenderam a sua influência à celebração do Natal, e a maior parte das empresas optam por criar os seus postais digitais que são facilmente distribuídos por clientes, fornecedores e parceiros. Não podemos contornar as vantagens do postal digital e naturalmente, as mais significativas são os custos entre produção e distribuição deste conteúdo. Por outro lado, tendo em conta que a maioria é entregue via e-mail, podemos acabar por passar despercebidos já que conhecemos bem os hábitos de abertura de e-mails de muitos utilizadores e corremos o risco que o nosso e-mail seja só mais um postal de Natal.

O postal digital é seguramente a escolha de muitas empresas, e achamos até que para empresas como estúdios de design ou animação é o caminho mais acertado, porque além do postal em si, algumas empresas têm uma oportunidade de mostrar os seus pontos fortes com a criação do postal.

Por oposição ao postal digital, encontramos ainda muitas instituições que optam por ofertas físicas, normalmente compostas pelo postal e uma outra peça. Em relação aos postais digitais, as ofertas físicas têm custos de aquisição/produção superiores aos de um postal digital, bem como custos de envio. Além dos custos acrescidos, as tendências minimalistas dos últimos anos estenderam-se aos espaços profissionais e os objectos decorativos sem utilidade foram perdendo cada vez mais espaço em favor da decoração funcional.

Ainda assim, ainda encontramos muitos profissionais para quem o gesto físico é indispensável nesta altura do ano. A nosso ver, e para que estas ofertas não tenham destino semelhante ao de um postal digital, a escolha da oferta deve ser tão original quanto os limites da criatividade. Os cabazes de Natal, os bolos-reis e as garrafas de vinho estão datados e os próprios hábitos de consumo alteraram-se muito, e um bolo-rei pode não ser consensual. O sucesso de uma oferta física depende muito mais da sua originalidade, e da sua função ou propósito. Se optar por um presente físico, lembre-se que há inúmeras instituições de solidariedade e projectos de acção social e/ou ambiental que produzem criações especialmente para esta época que podem encaixar perfeitamente no seu conceito de oferta de Natal. Escolhendo uma destas opções, não só está a espalhar a mensagem da instituição, como o impacto e a relevância da oferta ganham uma outra dimensão.

Qualquer que seja a sua opção final, será um conceito forte e a criatividade por trás da lembrança que vão ser responsáveis por impedir que o sua oferta acabe no balde virtual (ou não) da reciclagem.

Boas Festas!

 

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Em que redes sociais deve a minha marca estar presente?

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Esta é uma das questões que os proprietários de qualquer negócios mais se colocam no momento de criar as suas estratégias digitais. Em que redes sociais devemos estar? Vale a pena estar no maior número de redes possíveis, ou devemos apostar tudo no mesmo “cavalo”?

Alinhar a nossa presença social com a relevância que pretendemos atingir junto dos nossos públicos é fundamental. Tendo em conta que os públicos se distribuem também por várias plataformas, poucos negócios têm os seus públicos concentrados exclusivamente numa única rede social. É necessário avaliar a distribuição dos utilizadores pelas plataformas e as mais valias de cada rede, de forma a calcularmos qual a que nos pode trazer mais vantagens e onde podemos jogar as nossas fichas.

Para facilitar esta escolha, fizémos uma análise rápida das principais redes sociais e que o podem ajudar a enquadrar a sua marca no contexto de cada rede social.

Facebook
Não dá para ignorar os dois biliões de utilizadores do Facebook ou o interface cada vez mais intuitivo que as equipas lideradas por Mark Zuckerberg desevolveram. Qualquer empresa, seja qual for a sua área de actuação pode beneficiar da presença no Facebook. As páginas são cada vez mais completas comparando com a realidade de há poucos anos atrás, com a inclusão de secções mais interactivas que personalizam e potenciam os negócios (como a secção de loja, por exemplo). Além disso, o funcionamento relativamente simples da plataforma de publicidade do Facebook é uma mais-valia enorme para o Facebook em comparação com outras redes.

Instagram
O irmão mais novo do Facebook já conta quase com um bilião de utilizadores, e o crescimento desta rede social foi o mais acentuado nos últimos dois a três anos. Focada somente em mobile (não são possíveis carregamentos a partir de computadores), é uma das redes mais populares entre os millennials (17 aos 35 anos de idade), que representam também uma larga faixa dos utilizadores de social media, e são caracterizados por serem uma geração com hábitos fortes de consumo através de meios digitais (websites e apps). Sendo uma rede social com uma forte componente visual, áreas de negócio como a restauração, a moda ou a indústria da hotelaria e viagens beneficiam muitíssimo das características do Instagram. Adquirida pelo Facebook, partilha o interface de gestão de anúncios e embora não seja a plataforma com as melhores taxas de conversão, é uma excelente “bengala” para branding e levar a nossa marca mais longe.

Snapchat
A identidade do Snapchat dá um sentido de urgência e requer timing perfeito e resposta imediata. A efemeridade dos conteúdos partilhados no Snapchat exige uma gestão meticulosa do tempo, sendo que este é o principal contra da plataforma. Em termos de relação com os utilizadores, pode ser extremamente positivo para as marcas interagirem em tempo real com os seus consumidores e aproveitarem o eco que estas interacções normalmente ganham. Os snapchats não sobrevivem dentro da plataforma e não deixam rasto público. As interacções mais relevantes sobrevivem por captura e transitam para outras redes sociais.

Twitter
A principal vantagem do Twitter é que se tivermos 100 seguidores, a nossa mensagem vai chegar a esses 100 seguidores. Se tivermos 100 mil seguidores, a mensagem vai chegar a esses 100 mil seguidores. Não existe um algoritmo no Twitter que troque as voltas ao alcance orgânico como acontece no Facebook. O limite de caracteres é para nós uma das características mais relevantes do Twitter. Ao estarmos limitados, somos obrigados a criar conteúdo claro e directo, sob pena de ser penalizado por falta de clareza e ficar condenado a perder-se num oceano de re-tweets. Quando olhamos para o Twitter, é óbvio que esta rede social foi concebida para comunicação e partilha de conteúdo rápida e directa. Não é por isso de espantar que muitas marcas o usem também como primeira linha dos seus serviços de apoio ao cliente. Sem grande expressão no mercado português, não é uma rede a descartar se trabalharmos com mercados internacionais.

Pinterest
Uma das vantagens centrais do Pinterest é a sua imensa capacidade de gerar tráfego. Cada imagem que escolhemos para os nossos pinboards vai estar sempre associada ao seu url de origem. O Pinterest é uma das redes sociais mais interessantes, porque dá às marcas várias possibilidades de teste completamente (quer a nível de produto e/ou serviço e experiência de utilizador) gratuitas. Todos os painéis são públicos, por isso qualquer utilizador pode chegar à nossa marca quando acede à plataforma. As taxas de conversão do Pinterest são bastante animadoras, e o público mais relevante da plataforma é composto por mulheres com menos de 45 anos. Se o seu negócio trabalha este grupo de utilizadores, então o Pinterest pode ser a rede mais indicada para si.

LinkedIn
A rede profissional por excelência é ideal para quem trabalha numa lógica B2B. Para as empresas, pode ser uma excelente maneira de difundir o seu conteúdo, uma vez que podemos usar o próprio feed do LinkedIn e criar e partilhar conteúdo em vários formatos. Mais do que a exposição que as empresas ganham com a presença no LinkedIn, uma das principais vantagens desta rede social é a informação que podemos ir recolhendo sobre a indústria em que trabalhamos, os nossos concorrentes, parceiros e outras empresas que podem representar um extra para a nossa actividade. Aumentando a visibilidade das empresas, pode aumentar também a sua credibilidade. O LinkedIn é de uma especificidade tão elevada que os seus utilizadores são menos propícios a distracções decorrentes do “ruído de fundo” sobre outros assuntos e a multiplicidade de conteúdos presentes (profissional vs. lazer, como acontece nas redes sociais mais genéricas).

O que devemos lembrar é que embora não possamos excluir a nossa presença nas redes sociais, não é necessário ter uma presença excessiva, ou estar em todas as plataformas disponíveis. Devemos estar sim naquelas que podem ser mais relevantes para a nossa marca e as que nos trarão mais oportunidades de negócio. Para aumentar o potencial de negócio, o posicionamento de cada marca e a análise cuidada dos grupos que queremos alcançar deverão ser o ponto de partida para as primeiras escolhas.

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5 Dicas Para Melhorar a sua Presença no Facebook

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Ter um negócio e não estar na Internet já não é uma realidade possível em 2017. Estar na Internet e não estar no Facebook é simplesmente ignorar a maior rede social do mundo e desperdiçar oportunidades de negócio local e globalmente.
A maioria dos administradores de páginas do Facebook debate-se em bases regulares com o alcance orgânico das suas publicações, que atingiu mínimos históricos este ano. A semelhança entre esta linguagem e aquela que é usada habitualmente na bolsa não é coincidência. A verdade é que as receitas de muitas empresas são geradas em boa parte pela actividade nesta rede social, e o modo como a equipa do Facebook actualiza o algoritmo que determina quem vê o quê tem sido um quebra-cabeças difícil de desmontar, além do impacto que tem nas estratégias diárias de gestão das páginas.

Sabemos que não existe uma fórmula mágica, mas partilhamos cinco dicas que podem melhorar a presença de qualquer negócio no Facebook e, como consequência disso, aumentar o alcance orgânico.

1. Conhecer o público
Este não é o primeiro ponto por acaso. Se em tempos se dizia que “o conteúdo é rei”, este título está agora atribuído ao público. O conteúdo continua a ser uma peça fundamental, mas ele é criado em função do que conhecemos sobre a nossa audiência, sobre o que vai gerar uma reacção nos nossos seguidores. O próprio algoritmo do Facebook está concebido deste modo. Conforme desenvolvemos a nossa actividade no Facebook, é importante observar todos os dados disponíveis em relação aos utilizadores que estão a interagir com o nosso conteúdo. As estatísticas das páginas ou as estatísticas de públicos integradas no gestor de anúncios dão-nos indicadores importantes como dados demográficos e localização, e inclui também informação relativa à relação dos utilizadores com outros conteúdos no Facebook.

2. Comparar páginas
Esta é uma opção que é dada pelo Facebook, podendo seleccionar até cinco páginas, idealmente de negócios semelhantes ao vosso. Embora o Facebook dê o número de interacções em cada página, é mais relevante analisarem o conteúdo destas marcas em comparação com o vosso. Ao fazerem este tipo de análise, também estão a recolher informação sobre o comportamento do vosso público, e isto representa um ponto extra na criação de conteúdo.

3. Criar conteúdo relevante
Na criação de conteúdos, devemos estar obviamente atentos ao comportamento dos nossos utilizadores, em utilizar uma linguagem próxima da comunidade e conteúdos e formatos com que os nossos seguidores se identifiquem. Além de reflectirem a identidade da marca, os conteúdos deverão ser consistentes e cuidados visualmente, melhorando a identidade visual e ao mesmo tempo a aumentar o reconhecimento da marca junto do seu público-alvo.

4. Planear publicações
Ao fazermos uma calendarização das publicações, definimos os temas que vamos abordar e isso ajuda-nos a clarificar o tipo de conteúdo que vamos produzir. É importante também prevermos algumas publicações extra por mês, para acontecimentos pontuais que queiramos referir.

5. Monitorizar, analisar, optimizar
Três das palavras que devemos reter quando gerimos uma marca no Facebook. Ao longo do tempo, a monitorização  do desempenho das publicações vai determinar a nossa escolha de conteúdo e formato. Da monitorização, podemos tirar dados importantes em relação ao nosso público-alvo e ao seu comportamento. Tendo esta informação, estamos em vantagem para melhor trabalhar a nossa presença no Facebook e chegar mais facilmente ao grupo para quem queremos falar.

Como já dissémos, não existe uma fórmula mágica para resolver os limites do alcance orgânico. Para algumas marcas, bastará refinar o conteúdo, para outras talvez o planeamento seja fundamental para elaborar uma melhor estratégia. O importante é não ignorar a presença no Facebook e sobretudo, compreender cada segmento do nosso público.

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5 Pontos Fundamentais Para a Renovação de um Espaço

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Sabemos que a renovação de um escritório ou espaço comercial é sempre um projecto ambicioso que deve ser coordenado minuciosamente. Seja qual for a motivação da renovação, há diversos aspectos que têm que ser tidos em conta. Um intervenção num espaço físico requer especial atenção a estes cinco pontos, que consideramos indispensáveis para que o projecto decorra da melhor forma possível para todas as partes envolvidas.

1. Compreender o negócio
Para que o espaço se torne atractivo, cómodo e funcional para clientes e colaboradores, é importante compreender a natureza do negócio que vamos trabalhar. É também fundamental compreender o briefing e o orçamento dos nossos clientes. Áreas de actuação distintas requerem necessidades diferentes e cada espaço exige uma abordagem dedicada que nos permita optimizar a sua funcionalidade nas duas variantes (colaboradores e clientes).

2. Dimensionar o espaço
As avaliações ao espaço em termos de área e eficiência energética são determinantes para termos uma remodelação bem sucedida. Idealmente, devemos perspectivar e testar diferentes abordagens ao espaço, tendo em conta os pontos fortes do mesmo e os desejos dos nossos clientes. Devemos pensar como tornar o espaço mais luminoso conforme a zona de trabalho assim o justifique, mais contemporâneo e mais funcional, como tirar o melhor aproveitamento das áreas, etc. O projecto poderá propor mais do que uma solução de remodelação da área em estudo, minimizando as alterações de última hora e levando a uma execução do projecto mais rápida e optimizada.

3. Equilíbrio entre bonito e funcional
É fundamental ter em atenção o briefing dos nossos clientes. No entanto, é igualmente importante que passemos o nosso conhecimento e experiência, alertando para detalhes que podem não representar benefícios para os espaços a serem intervencionados. É importante encontrar um equilíbrio entre o que é visualmente atractivo e o funcional. Por norma, os clientes/visitantes concentram-se mais no que é atractivo, mas sabemos que a importância da funcionalidade dos espaços é de crescente relevância junto dos consumidores, porque minimiza sentimentos negativos em relação a alguns espaços e do ponto de vista da experiência do utilizador, tornam a utilização dos espaços mais simplificada. O equilíbrio entre bonito e funcional é uma importante característica dos espaços físicos, pois também fomenta uma melhor dinâmica no trabalho diário e é reconhecido quer por proprietários de negócios, quer por funcionários e consumidores.

4. Produção de acordo com a maquete
Todos os testes e estudos levados a cabo nos pontos anteriores vão ajudar-nos a construir uma maquete que será alvo de menos alterações. Deste modo, minimizamos as possíveis “derrapagens” em termos de prazos e as possibilidades de imprevistos decorrentes de uma avaliação menos cuidada dos negócios, espaços e materiais a utilizar.

5. Cumprir prazos
Para os proprietários, os prazos são fundamentais. Um deslize no cumprimentos dos prazos significa, na maior parte das vezes, perdas nos lucros das empresas. A acrescentar a este factor, sabemos que um atraso numa inauguração ou re-abertura de um espaço passa uma imagem negativa da marca junto dos seus consumidores.

Seja qual for o tipo de espaço a renovar (escritório, loja, showroom) é fundamental seguir um plano de acção simples e focado no objectivo final. Só desta forma é possível fazer uma melhor gestão do tempo de obra e de qualquer contratempo que possa surgir.

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Já temperou o Peru?

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Perú recheado no forno uma receita bem tradicional para o Natal.

Ingredientes
1 peru com 6,5 kg
150 g margarina liquida
1 c. sopa de margarina
50 g bacon
400 g carne de porco
100 g fiambre
150 g presunto
200 g miolo de pão
1,5 dl leite
2 ovos
1 c. sopa de pickles
1 c. sopa de azeitonas
2 cebolas
3 cenouras
1 dente de alho
sal, pimenta q.b.
salsa q.b.
vinho branco q.b.

Confeção

1. Com 24 horas de antecedência coloque o peru a marinar em água com bastantes rodelas de laranja e de limão. Vire-o a meio do dia para a carne marinar de ambos os lados. Esta técnica tornará a carne mais tenra e mais suculenta.

2. Comece por preparar o recheio. Pique o presunto, o bacon, o fiambre e a carne de porco.

3. À parte pique finamente uma cebola e leve-a cozer em água e uma colher de sopa de margarina em lume muito brando.

4. Junte às carnes picadas o alho, a salsa, as azeitonas e os pickles finamente picados. Adicione o miolo de pão amolecido no leite e uma cenoura cortada em pequenas tiras, bem como a cebola que cozeu, devidamente escorrida. Junte os ovos inteiros, tempere com sal e pimenta a gosto e amasse bem.

5. Recheie o papo do peru e o seu interior com este recheio. Coza a parte do papo com uma agulha e linha.Tape a parte do interior com folha de alumínio para o recheio não sair.

6. Coloque o peru num tabuleiro forrado com papel vegetal. Tempere com sal e pimenta a gosto e espalhe por cima a margarina liquida (ou margarina derretida) e esfregue bem o peru. À volta do peru coloque a outra cebola cortada em rodelas, as 2 cenouras cortadas em pedaços e um pouco de salsa, bem como uma ou duas rodelas de laranja e de limão.Regue com bastante vinho branco e tape com o papel vegetal. Desta forma o peru assará ao vapor e ficará mais tenro.

7. Leve o peru ao forno a 160º C (forno elétrico com ventoinha) durante cerca 3 horas, tendo o cuidado de a meio da cozedura borrifar o peru com o caldo que se for formando no tabuleiro. Passado este tempo destape o peru e deixe alourar por mais uns 30 a 40 minutos.

8. Passado este tempo retire o peru do forno, tape novamente com o papel vegetal e deixe repousar mais uns 15 minutos tapado. De seguida escorra o molho para uma molheira . Sirva o peru recheado com o molho, as cenouras assadas e batata frita ou arroz.

Notas
• Conte sempre com meia hora de forno por cada kg de peru.
• Se desejar um recheio mais forte junte os miúdos do peru triturados ao recheio.
• É importante deixar o peru um dia inteiro em água, limão e laranja.
• Se desejar um molho cremoso leve 2 c. sopa de manteiga a uma frigideira e deixe derreter. Junte 1 c. sopa de farinha e mexa até formar uma bola. Junte aos poucos o molho do peru e mexa , em lume brando, até engrossar a gosto.

Bom apetite!

Que tal uma maratona de filmes natalícios?

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Eis uma oportunidade para demonstrar aos seus filhos que o cinema não é uma invenção do século XXI. Entre o magnífico “Feiticeiro de OZ” e o incontornável “Do Céu Caiu Uma Estrela” há muitos tesouros natalícios da era dourada de Hollywwod por onde escolher. Entre na máquina do tempo e redescubra os grandes clássicos.
www.youtube.com/watch?v=ewe4lg8zTYA