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5 Dicas Para Melhorar a sua Presença no Facebook

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Ter um negócio e não estar na Internet já não é uma realidade possível em 2017. Estar na Internet e não estar no Facebook é simplesmente ignorar a maior rede social do mundo e desperdiçar oportunidades de negócio local e globalmente.
A maioria dos administradores de páginas do Facebook debate-se em bases regulares com o alcance orgânico das suas publicações, que atingiu mínimos históricos este ano. A semelhança entre esta linguagem e aquela que é usada habitualmente na bolsa não é coincidência. A verdade é que as receitas de muitas empresas são geradas em boa parte pela actividade nesta rede social, e o modo como a equipa do Facebook actualiza o algoritmo que determina quem vê o quê tem sido um quebra-cabeças difícil de desmontar, além do impacto que tem nas estratégias diárias de gestão das páginas.

Sabemos que não existe uma fórmula mágica, mas partilhamos cinco dicas que podem melhorar a presença de qualquer negócio no Facebook e, como consequência disso, aumentar o alcance orgânico.

1. Conhecer o público
Este não é o primeiro ponto por acaso. Se em tempos se dizia que “o conteúdo é rei”, este título está agora atribuído ao público. O conteúdo continua a ser uma peça fundamental, mas ele é criado em função do que conhecemos sobre a nossa audiência, sobre o que vai gerar uma reacção nos nossos seguidores. O próprio algoritmo do Facebook está concebido deste modo. Conforme desenvolvemos a nossa actividade no Facebook, é importante observar todos os dados disponíveis em relação aos utilizadores que estão a interagir com o nosso conteúdo. As estatísticas das páginas ou as estatísticas de públicos integradas no gestor de anúncios dão-nos indicadores importantes como dados demográficos e localização, e inclui também informação relativa à relação dos utilizadores com outros conteúdos no Facebook.

2. Comparar páginas
Esta é uma opção que é dada pelo Facebook, podendo seleccionar até cinco páginas, idealmente de negócios semelhantes ao vosso. Embora o Facebook dê o número de interacções em cada página, é mais relevante analisarem o conteúdo destas marcas em comparação com o vosso. Ao fazerem este tipo de análise, também estão a recolher informação sobre o comportamento do vosso público, e isto representa um ponto extra na criação de conteúdo.

3. Criar conteúdo relevante
Na criação de conteúdos, devemos estar obviamente atentos ao comportamento dos nossos utilizadores, em utilizar uma linguagem próxima da comunidade e conteúdos e formatos com que os nossos seguidores se identifiquem. Além de reflectirem a identidade da marca, os conteúdos deverão ser consistentes e cuidados visualmente, melhorando a identidade visual e ao mesmo tempo a aumentar o reconhecimento da marca junto do seu público-alvo.

4. Planear publicações
Ao fazermos uma calendarização das publicações, definimos os temas que vamos abordar e isso ajuda-nos a clarificar o tipo de conteúdo que vamos produzir. É importante também prevermos algumas publicações extra por mês, para acontecimentos pontuais que queiramos referir.

5. Monitorizar, analisar, optimizar
Três das palavras que devemos reter quando gerimos uma marca no Facebook. Ao longo do tempo, a monitorização  do desempenho das publicações vai determinar a nossa escolha de conteúdo e formato. Da monitorização, podemos tirar dados importantes em relação ao nosso público-alvo e ao seu comportamento. Tendo esta informação, estamos em vantagem para melhor trabalhar a nossa presença no Facebook e chegar mais facilmente ao grupo para quem queremos falar.

Como já dissémos, não existe uma fórmula mágica para resolver os limites do alcance orgânico. Para algumas marcas, bastará refinar o conteúdo, para outras talvez o planeamento seja fundamental para elaborar uma melhor estratégia. O importante é não ignorar a presença no Facebook e sobretudo, compreender cada segmento do nosso público.

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5 Pontos Fundamentais Para a Renovação de um Espaço

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Sabemos que a renovação de um escritório ou espaço comercial é sempre um projecto ambicioso que deve ser coordenado minuciosamente. Seja qual for a motivação da renovação, há diversos aspectos que têm que ser tidos em conta. Um intervenção num espaço físico requer especial atenção a estes cinco pontos, que consideramos indispensáveis para que o projecto decorra da melhor forma possível para todas as partes envolvidas.

1. Compreender o negócio
Para que o espaço se torne atractivo, cómodo e funcional para clientes e colaboradores, é importante compreender a natureza do negócio que vamos trabalhar. É também fundamental compreender o briefing e o orçamento dos nossos clientes. Áreas de actuação distintas requerem necessidades diferentes e cada espaço exige uma abordagem dedicada que nos permita optimizar a sua funcionalidade nas duas variantes (colaboradores e clientes).

2. Dimensionar o espaço
As avaliações ao espaço em termos de área e eficiência energética são determinantes para termos uma remodelação bem sucedida. Idealmente, devemos perspectivar e testar diferentes abordagens ao espaço, tendo em conta os pontos fortes do mesmo e os desejos dos nossos clientes. Devemos pensar como tornar o espaço mais luminoso conforme a zona de trabalho assim o justifique, mais contemporâneo e mais funcional, como tirar o melhor aproveitamento das áreas, etc. O projecto poderá propor mais do que uma solução de remodelação da área em estudo, minimizando as alterações de última hora e levando a uma execução do projecto mais rápida e optimizada.

3. Equilíbrio entre bonito e funcional
É fundamental ter em atenção o briefing dos nossos clientes. No entanto, é igualmente importante que passemos o nosso conhecimento e experiência, alertando para detalhes que podem não representar benefícios para os espaços a serem intervencionados. É importante encontrar um equilíbrio entre o que é visualmente atractivo e o funcional. Por norma, os clientes/visitantes concentram-se mais no que é atractivo, mas sabemos que a importância da funcionalidade dos espaços é de crescente relevância junto dos consumidores, porque minimiza sentimentos negativos em relação a alguns espaços e do ponto de vista da experiência do utilizador, tornam a utilização dos espaços mais simplificada. O equilíbrio entre bonito e funcional é uma importante característica dos espaços físicos, pois também fomenta uma melhor dinâmica no trabalho diário e é reconhecido quer por proprietários de negócios, quer por funcionários e consumidores.

4. Produção de acordo com a maquete
Todos os testes e estudos levados a cabo nos pontos anteriores vão ajudar-nos a construir uma maquete que será alvo de menos alterações. Deste modo, minimizamos as possíveis “derrapagens” em termos de prazos e as possibilidades de imprevistos decorrentes de uma avaliação menos cuidada dos negócios, espaços e materiais a utilizar.

5. Cumprir prazos
Para os proprietários, os prazos são fundamentais. Um deslize no cumprimentos dos prazos significa, na maior parte das vezes, perdas nos lucros das empresas. A acrescentar a este factor, sabemos que um atraso numa inauguração ou re-abertura de um espaço passa uma imagem negativa da marca junto dos seus consumidores.

Seja qual for o tipo de espaço a renovar (escritório, loja, showroom) é fundamental seguir um plano de acção simples e focado no objectivo final. Só desta forma é possível fazer uma melhor gestão do tempo de obra e de qualquer contratempo que possa surgir.

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Já temperou o Peru?

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Perú recheado no forno uma receita bem tradicional para o Natal.

Ingredientes
1 peru com 6,5 kg
150 g margarina liquida
1 c. sopa de margarina
50 g bacon
400 g carne de porco
100 g fiambre
150 g presunto
200 g miolo de pão
1,5 dl leite
2 ovos
1 c. sopa de pickles
1 c. sopa de azeitonas
2 cebolas
3 cenouras
1 dente de alho
sal, pimenta q.b.
salsa q.b.
vinho branco q.b.

Confeção

1. Com 24 horas de antecedência coloque o peru a marinar em água com bastantes rodelas de laranja e de limão. Vire-o a meio do dia para a carne marinar de ambos os lados. Esta técnica tornará a carne mais tenra e mais suculenta.

2. Comece por preparar o recheio. Pique o presunto, o bacon, o fiambre e a carne de porco.

3. À parte pique finamente uma cebola e leve-a cozer em água e uma colher de sopa de margarina em lume muito brando.

4. Junte às carnes picadas o alho, a salsa, as azeitonas e os pickles finamente picados. Adicione o miolo de pão amolecido no leite e uma cenoura cortada em pequenas tiras, bem como a cebola que cozeu, devidamente escorrida. Junte os ovos inteiros, tempere com sal e pimenta a gosto e amasse bem.

5. Recheie o papo do peru e o seu interior com este recheio. Coza a parte do papo com uma agulha e linha.Tape a parte do interior com folha de alumínio para o recheio não sair.

6. Coloque o peru num tabuleiro forrado com papel vegetal. Tempere com sal e pimenta a gosto e espalhe por cima a margarina liquida (ou margarina derretida) e esfregue bem o peru. À volta do peru coloque a outra cebola cortada em rodelas, as 2 cenouras cortadas em pedaços e um pouco de salsa, bem como uma ou duas rodelas de laranja e de limão.Regue com bastante vinho branco e tape com o papel vegetal. Desta forma o peru assará ao vapor e ficará mais tenro.

7. Leve o peru ao forno a 160º C (forno elétrico com ventoinha) durante cerca 3 horas, tendo o cuidado de a meio da cozedura borrifar o peru com o caldo que se for formando no tabuleiro. Passado este tempo destape o peru e deixe alourar por mais uns 30 a 40 minutos.

8. Passado este tempo retire o peru do forno, tape novamente com o papel vegetal e deixe repousar mais uns 15 minutos tapado. De seguida escorra o molho para uma molheira . Sirva o peru recheado com o molho, as cenouras assadas e batata frita ou arroz.

Notas
• Conte sempre com meia hora de forno por cada kg de peru.
• Se desejar um recheio mais forte junte os miúdos do peru triturados ao recheio.
• É importante deixar o peru um dia inteiro em água, limão e laranja.
• Se desejar um molho cremoso leve 2 c. sopa de manteiga a uma frigideira e deixe derreter. Junte 1 c. sopa de farinha e mexa até formar uma bola. Junte aos poucos o molho do peru e mexa , em lume brando, até engrossar a gosto.

Bom apetite!

Que tal uma maratona de filmes natalícios?

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Eis uma oportunidade para demonstrar aos seus filhos que o cinema não é uma invenção do século XXI. Entre o magnífico “Feiticeiro de OZ” e o incontornável “Do Céu Caiu Uma Estrela” há muitos tesouros natalícios da era dourada de Hollywwod por onde escolher. Entre na máquina do tempo e redescubra os grandes clássicos.
www.youtube.com/watch?v=ewe4lg8zTYA

Faça as filhoses.

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É claro que pode poupar tempo e esforço encomendado os doces de Natal numa boa pastelaria, mas eleja pelo menos um doce para ser confecionado em casa. Peça ajuda aos miúdos. A cozinha pode ficar irreconhecível, mas a diversão está assegurada.

Ingredientes:
750 gr. de farinha de trigo
20 gr. de fermento
1 dl de leite
1 colher chá de sal
8 ovos
1 dl. de azeite
1 dl. de aguardente
azeite para fritar
300 gr. de mel
1 dl. de água
açúcar
canela em pó

Preparação: 
Dissolver o fermento no leite morno e juntar um pouco de farinha e o sal. Misturar de modo a obter uma massa branda. Deixar repousar durante 15 minutos.
Deitar a massa num alguidar, adicionar um pouco de azeite e três ovos batidos. Misturar tudo bem, batendo com a mão aberta. Depois, juntar o restante azeite, a aguardente e os ovos que restam, amassando  a massa. Esta deve ficar mais branda do que para o pão. Se necessário, adicionar um pouco de leite.
Abafar a massa e deixar levedar durante 4 horas em local temperado.
Depois, pôr o azeite no lume e com as molhadas em azeite tirar bocados de massa do tamanho aproximado de um ovo, esticar a massa numa rodela o mais fina possível, fazendo buracos com as pontas dos dedos.
Introduzir as filhoses no azeite e, com um garfo comprido, forçar a manter a forma para os lados, esticando-a, pois a sua tendência será de crescer para cima.
Depois de loura dos dois lados, põr a escorrer sobre papel absorvente com muita cautela, pois as filhoses apresentam-se finas e esburacadas.
Fritar toda a massa, deitar o mel com a água num tacho e deixar levantar fervura.
Reduzir o calor e, com ajuda de 2 garfos compridos, passar as filhoses pela calda, ao mesmo tempo que se vão introduzindo em travessas ou panelas e polvilhando com açúcar e canela. Pode omitir-se a calda.

Reúna a família à lareira.

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Desligue a televisão e o computador, esconda os telefones e os ipads e reúna a família à volta da lareira. Leia um poema ou conte uma história. Partilhe com os seus filhos alguns episódios mais interessantes da vidas dos seus antepassados. Discuta o Natal e os valores inerentes à celebração. Ou aproveite simplesmente o momento mais intimista para falar de amor.